Sistematização do Congresso já pode ser acessada
Em sua fala de encerramento do Congresso Brasileiro dos Direitos da Criança e do Adolescente - ECA 18 anos - Avanços e Desafios, realizado nos dias 23 e 24 de outubro, o presidente da Fundação Abrinq, Synésio Batista da Costa admitiu que houve avanços, "mas, temos muito a fazer", afirmou. "Juntamos esforços para mudar a realidade ou não poderemos fazer nada. A origem da Fundação nasce desta necessidade e, concluiu, esse é o momento de um recompromisso de todos, porque o Brasil ainda não acolheu seus filhos".
Durante os dias de evento, os convidados foram divididos em grupos temáticos, nos quais realizaram um balanço e perspectivas das ações intersetoriais voltadas à criança e ao adolescente. Nelas, foram feitos diagnósticos de urgências para a construção de políticas mais claras para o segmento, nos eixos da educação, saúde e proteção social.
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Conteúdo do Congresso
"Após 18 anos da promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente, a realidade para milhões de crianças e adolescentes continua dramática. Houve avanços, não podemos negar. Mas os indicadores ainda são cruéis". A afirmação é do presidente da Fundação Abrinq, Synésio Batista da Costa, na abertura do Congresso Brasileiro dos Direitos da Criança e do Adolescente, realizado nos dias 23 e 24 de outubro, em São Paulo.
O presidente destacou dados da PNAD 2006, segundo os quais, das 21 milhões de crianças entre zero e seis anos, 56%, ou seja, quase 12 milhões vivem abaixo da linha da pobreza, em famílias com renda mensal per capita abaixo de meio salário mínimo e nesta mesma situação vivem mais de 18 milhões de adolescentes brasileiros com até 17 anos de idade.
O conteúdo das falas e das palestras realizadas nos vários painéis está disponível no site da Fundação, para acessá-lo na íntegra clique aqui.